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Acondicionamento de materiais: por que ele é fundamental para o seu negócio?

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Acondicionamento de materiais: por que ele é fundamental para o seu negócio?

O que é acondicionamento de materiais?

A NBR 9.198/85 é a norma responsável por, entre outras coisas, determinar os termos técnicos que definem os diferentes tipos de embalagens. Em relação ao acondicionamento de materiais, ela o define como o “elemento ou conjunto de elementos destinados a envolver ou conter produtos embalados ou não, de forma a facilitar operações de movimentação e transporte”.

Portanto, essa etapa, necessariamente, deve envolver diversas técnicas capazes de, ao embalar um produto a ser transportado, garantir a sua integridade física e fazer com que chegue ao seu destino nas melhores condições possíveis.

Um bom acondicionamento garante que o cliente receba o seu produto em perfeitas condições.

Exemplos disso, são os sacos onde os pães são acondicionados na padaria, as sacolas de supermercados, as caixas de produtos para reposição nas prateleiras, a forma como são embalados os aparelhos eletroeletrônicos para expedição, entre outras técnicas utilizadas em diversos segmentos comerciais.

Por mais simples que possam parecer, essas embalagens são projetadas de forma a atender as especificidades de cada tipo de mercadoria. Elas levam em consideração: o formato e tamanho dos objetos; os níveis de fragilidade, perecibilidade e inflamabilidade; os tipos de conteúdo (orgânico ou inorgânico); o prazo de validade, entre outras características.

Mercadoria bem acondicionada + entrega rápida = cliente fidelizado.

Esses cuidados são exigências dos tempos modernos, que trouxeram, entre outras coisas, um aumento considerável das negociações de compra e venda de mercadorias, acompanhado por uma maior exigência por parte dos clientes —  hoje bem mais atentos aos seus direitos como consumidores.

Essa mudança nos costumes (e a rapidez com que ela se deu) tem obrigado os empreendedores a investir, cada vez mais, em técnicas modernas de logística, com o intuito de, não só agilizar os processos de recebimento, armazenagem e expedição de mercadorias como também garantir que, durante essa movimentação, estas não sejam comprometidas em sua integridade física.

Um investimento cujo resultado poderá ser percebido por uma sensível redução nos custos da empresa, economia de tempo na movimentação interna de materiais, aumento dos espaços para armazenagem (e nos caminhões de entrega), menor risco de perdas durante o transporte em rodovias precárias, e, obviamente, de perda de produtos por decomposição em altas temperaturas.

O que deve ser levado em conta no acondicionamento?

A eficiência nessa fase da logística é uma das condições necessárias para que uma empresa esteja de acordo com o que determina os principais manuais sobre atendimento ao cliente.

A garantia de que este receberá o produto nas melhores condições possíveis é um fator decisivo para a sua fidelização e consequente consolidação da marca dentro do mercado.

No entanto, para tal, é preciso que alguns fatores sejam levados em consideração. E entre os principais, estão:

Características básicas da mercadoria

Peso, dimensões, grau de resistência, sensibilidade ao calor, entre outras características dos produtos, devem ser observados, a fim de que sejam acondicionados da forma correta.

Produto perecíveis, por exemplo, devem ser acondicionados de acordo com as determinações da Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária).

Mercadorias extremamente sensíveis ao calor também exigem uma técnica específica de embalagem. Produtos frágeis e fáceis de serem desmontados devem ser manipulados e embalados de acordo com essas suas características — assim como devem ser observados todos os detalhes das suas composições.

Tipos de embalagens

Da mesma forma, os materiais que compõem as embalagens, o seu tamanho, a qualidade, entre outras características, farão toda a diferença durante o processo de acondicionamento e transporte.

Um objeto perfurocortante, por exemplo, necessitará de uma embalagem bem mais resistente e projetada para os seus contornos.

Uma embalagem muito pequena certamente se desintegrará durante o transporte —  e o resultado poderá ser bem trágico.

Já um aparelho eletroeletrônico não poderá se movimentar em demasia dentro da embalagem. Será necessário utilizar técnicas que minimizem os choques e impactos durante a viagem.

Produtos perecíveis, líquidos e gordurosos, da mesma forma, devem ser embalados com materiais específicos, capazes de impedir vazamentos, exalação de odores e formação de substâncias tóxicas.

E, para os derivados do leite, existem materiais apropriados para produtos gordurosos, pois os mantêm hermeticamente fechados.

As formas de envio mais adequadas

Aqui o importante é analisar a distância e o tempo necessário para o transporte de cada tipo de mercadoria. Saber, por exemplo, se elas serão transportadas dentro ou fora da cidade (ou mesmo do país), determina o tipo de acondicionamento ideal.

Enquanto até aqui falamos, basicamente, dos materiais com os quais são fabricadas as embalagens, agora o objetivo é analisar o tipo de transporte a ser utilizado (aéreo, marítimo, rodoviário ou ferroviário), a distância a ser percorrida, o tempo necessário e a capacidade das mercadorias de resistirem aos impactos de cada uma dessas modalidades.

Os produtos devem ser acondicionados de acordo com as suas características.

Por que o acondicionamento é fundamental para o seu negócio?

Na maioria das vezes, quando um cliente recebe uma mercadoria visivelmente danificada, é quase certo que ela tenha sido mal acondicionada.

E para a empresa isso é, sem dúvida, uma situação grave, que resulta em aumento dos custos, queda nos lucros, além de comprometer o seu espaço no mercado, devido às constantes devoluções de produtos e, principalmente, à perda de clientes em potencial.

Essa etapa, quando realizada corretamente, facilita o trabalho da equipe como um todo — desde o recebimento das mercadorias nos centros de distribuição até o momento da sua expedição —, o que obviamente torna todo o processo logístico bem mais racional e dinâmico.

Se essas razões ainda não forem suficientes, basta lembrar que a eficiência dessa fase é sinônimo de ganho de espaço (tanto no estoque como nos caminhões de entrega), economia de tempo e redução de custos com transportes, pois agora haverá mais mercadorias sendo enviadas ao mesmo tempo e sem qualquer tipo de prejuízo à sua integridade.

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Até a próxima!



Publicado em: 17/05/2018

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